Covas do Monte, 25 de Março de 2012

Vindos de diversos locais, o grupo juntou-se em Covas do Monte, para iniciar a caminhada. Começou por ficar marcada pela estreia do domingueirito mais pequenino que temos, que com pouco mais de um ano, iniciou a aventura.

O tempo estava excelente, com poucas nuvens que rapidamente desapareceram para dar lugar a um céu azul limpo, e uma temperatura de verão.

Passando junto ao cemitério, fomos seguidos por um rebanho de cabras monte acima, até à estrada. Agora em estradão de terra batida, descemos em direção à outra Covas, a do Rio.

E tivemos o momento da fruta, a que trouxemos de casa, ou a que apanhamos das arvores.

Trocamos a fralda e vamos embora que a hora do almoço já se aproxima.

Uma das partes mais espetaculares do trilho é o desfiladeiro do "morto que matou o vivo", sempre a serpentear e a subir até à Aldeia da Pena. Lá em cima, deixavamos para trás uma vista deslubrante.

E tivemos que passar por uma parte bastante dura!! A de almoçar umas sandocas, e com o cheiro a churrasco que vinha do café!! Foi duro!!! Houve quem tivesse que fugir. Mas sempre deu para tomar o cafezito antes de retomar a caminhada.

Bem sentados, bem almoçados e algumas, com boa rede no telemovel para as redes sociais, custou sair da Aldeia da Pena, mas tinha mesmo que ser...

Uma nova parte espetacular, a passagem pelo verdadeiro trilho das cabras, que liga a Pena até a Covas do Monte.

À medida que iamos subindo bem progressivamente, tinhamos uma vista bem ampla de por onde andamos o dia todo. Rapidamente tivemos que passar para o outro lado da montanha, e descemos para a Covas inicial.

Tempo de refrescar no café reconstruido da antiga escola primária da aldeia, as breves despedidas e regresso a casa, com muitas perguntas sobre a proxima. É extraordinária a rapidez com que esquecemos o cansaço ;)))