Pirineus, 23 a 27 de Junho de 2011

Acho que esta foi a atividade menos de grupo que alguma vez fizemos, tal foi a dispersão do pessoal.

Para quem chegou meio dia antes, ainda deu para fazer o trilho da Fajã Rácon, muito bonitas, com parte percorridas ao longo de uma fajã. Começamos a ver o esplendor dos Pirineus, com o pico numa magnifica queda de água que começou por aparecer por entre as árvores.

Mas o dia seguinte é que seria a valer. Como ainda eramos muitos, alugamos os restantes cranpons das vilas dos arredores, bem como alguns piolets, não fossem ser precisos.

Logo ao inicio o grupo dividiu-se. Enquanto uns foram para a "Cola del Caballo" pelo vale onde nos iriamos reencontrar, outros subiram pela Senda dos Cazadores até ao miradouro, percurrendo toda a Fajã Pelay. Ainda deu para ver a Frecha de Rolando ao longe, e inumeras Estrelas Alpinas, que supreendentemente existem neste local.

A Cola del Caballo é uma queda de água "larga" e com o formato da cauda de um cavalo, muito bonita e uma atração turistica da região. Daí (evitando as "clavillas" do Soajo) até ao refugio foi um "pulinho", não sem antes ver um rebeco e uma marmota(???), onde finalmente nos reencontramos.

Depois de um retemperador jantar, que por sinal estava muito bom, fomos descançar o corpo para o dia seguinte.

Dia seguinte esse que chegou rapidamente pois havia sempre muito movimento de entrada (os que se deitavam tarde) e saida (os que saíam bem cedo).

Estava na hora de ver até onde se conseguia chegar, segundo objetivos de cada um. 4 chegamos ao topo do Monte Perdido (depois de passar a temivel "escupidera"), outros tantos chegaram ao obstáculo "Puta Eta" (rocha com essa gravação e bom ponto de referencia) chegando a transpo-lo, outros pouco menos, outros ficaram no refugio. Houve de tudo.

De regresso ao refugio, já uns tantos tinham partido de regresso as carros. A descida exigiu alguns cuidados pois o caminho era muito irregular. Antes de chegar à "Cola" dois resolveram descer as Clavillas del Soajo que se revelaram "interessantes", enquanto outros dois optaram por regressar via Faja Pelay e descendo o trilho do caçadores, mas para tornar tudo mais interessante fizeram isso com pouca água.

Por falar em água, a chegada dos elementos aos carros foi feito tipo conta gotas. Chegaram uns e mais tarde mais outros e mais tarde outros etc.

Concluindo, encontramonos todos (quase) do jantar de despedida, em Torla.

No dia seguinte, enquanto uns regressaram a casa, outros ainda ficaram mais um dia para descanso e passeio, não sem ainda dar um salto a França.