Povoa das Leiras, 16 Maio 2010

Partimos de Povoa das Leiras e entramos quase de imediato num trilho muito bonito, por vezes com "escadas" de xisto, a fazer lembrar o extraordinário Caminho dos Incas.

Acabando a subida, chegamos à cumeada do monte, com vistas em todas as direcções. Aqui existem três pinheiros em linha, que servem de um excelente ponto de referencia.

A descida pela cumeada permite observar as minas de Regoufe ao longe do lado direito, e o rio do lado esquerdo. Descemos em direcção a Covelo de Paivô, onde almoçamos, depois de apanhar as oferecidas laranjas.

O trilho até Regoufe é feito por um PR, assinalado, onde podemos respirar fundo...o cheiro do que as galinhas deitam fora.

Há que preparar a subida em direcção a Drave, passando por castanheiros a cada ano que passa mais em baixo. Agora estavam algo queimados.

Chegados ao topo, podemos ver bem perto as três arvores, pelas quais passamos há tempos. Mas com um pequenissimo obstaculo pelo meio: uma descida vertiginosa até ao rio seguida de violenta subida, pois elas estão no monte ao lado!! Nesta altura do ano esta montanha está particularmente bonita e colorida. Aos amarelos e verdes, juntam-se os violetas com o contraste do negro do xisto.

A passagem pelo rio é feita numa ponte com base em xisto, muito bonita e aparentemente sem razão para existir naquele local. Direito a descanso no rio que alguns aproveitam da melhor forma, com um mergulho. Os do costume!! ;)

Recuperadas as forças, subimos junto a um muro. No inicio é a verdadeiro corta mato, mas rapidamente a vegetação fica mais baixa e facil de transpor. Depois de algum suor voltamos ao ponto de referencia: as três arvores.

O regresso é feito de novo pelo Caminho dos Incas.