Foz Coa, 21 e 22 Fevereiro 2009

O dia estava lindo e o ponto de encontro cheio de energia, a Bomba da Repsol de Santo Ovídio. O primeiro contacto de descoberta do grupo foi muito simpático e animador para o inicio desta aventura.

O grupo partiu em direcção à Aldeia Histórica Castelo Rodrigo onde se reuniu com mais alguns elementos, o que totalizou de vinte oito domingueiros. A visita à aldeia, que conserva ainda o plano medieval, começou com uma degustação na acolhedora loja Páteo do Castelo, dos seus produtos “Sabores do Castelo”, e uma tomada de contacto por alguns dos visitantes, da rica história deste Conselho, na visita guiada ao palácio.

Daí, fomos até Almofala onde iniciamos a caminhada até à capela de Santo André onde almoçamos e observamos as arribas de Aguiar cuja a beleza paisagística associada ao núcleo de aves de rapina (grifos) tornam esta zona do Parque Natural do Douro Internacional um local privilegiado para os amantes da natureza.

O grupo animado por um GPS infalível e um motoqueiro local a beira de ataque de nervos, partiu em direcção à barragem de Santa Maria de Aguiar onde contemplamos um belo espelho de água muito limpa e um belo pôr do Sol. No regresso a Almofala não houve cerca nem portão que nos retivesse a vontade de ir para a Pousada da Juventude de Vila Nova de Foz Côa onde a maioria do grupo pernoitou. A noite foi animada por um gostoso repasto e pelo ritmo reggae dos Stepacide integrado nas Festas da Amendoeira em Flor.

No dia seguinte depois de uma saudação ao Sol orientado pela professora Emília fomos até aldeia de Almendra, ponto de encontro com o guia do Parque Arqueológico do Vale do Côa.

Começamos a descida por um belo caminho onde recebemos uma preciosa informação do guia, sobre as condições geográficas e climáticas que proporcionam o micro clima do Vale do Côa. Chegados ao vale fomos brindados com exposição e interpretação de cinco dos painéis, do vasto espólio de gravuras arte de rupestre do paleolítico do vale, onde se pode observar os exímios desenhadores que foram esses nossos antepassados. As gravuras marcam um nova era na história de humanidade, o aparecimento da comunicação simbólica e a sua destruição seria uma perda incalculável para o património da humanidade.

Depois do almoço subimos até ao centro de interpretação da Penascosa em Castelo Melhor e de onde seguimos de carro para a capela de São Gabriel um privilegiado miradouro com uma paisagem sublime.

O grupo despediu-se aí e um pequeno grupo domingeiro predador terminou com as pernas debaixo da mesa a comer alheiras em Mirandela.

Uma jornada de convívio, de partilha muito cool e estimulante para novas aventuras domingueiras. Obrigado a todos pela vossa boa disposição e alegria.