VN Cerveira, 23 Novembro 2008

Começando em Cerveira, descemos até junto ao rio e seguimos em direcção à sua nascente, até chegarmos ao Forte.

Daí, atravessamos a vila de Lovelhe e começamos com a subida em direcção ao Cervo. A partir de determinado momento, a dificuldade aumentou com a, cada vez mais íngreme, subida.

Chegados ao Cervo, a vista sobre Cerveira é completa e extraordinária. No meio do rio Minho vêm-se as ilhas da Boega (a grande, vista daqui em forma de coração) e a ilha dos Amores (mais pequena).

Apesar do trilho praticamente não estar marcado, resolvemos aproveitar algumas marcas muito ténues e arriscar, seguindo por um caminho quase a corta mato. Pelo menos mato não faltou!

Após uns saltos e deslizes, chegávamos à Senhora da Encarnação onde encontramos as escadinhas, por onde deveríamos descer. O caminho estava com uma árvore a atravessá-lo, obrigando a fazer um limbo sem música.

De volta a Lovelhe, regressamos pelo mesmo percurso junto ao rio, eram 14h30.

Uma vez que o trilho acabou muito cedo, ainda deu tempo para aproveitar as infra estruturas de escalada artificial que estavam à nossa disposição. Deu para quase todos(as) experimentarem um pouco do desafio vertical.

A caminhada acabou à volta da mesa a comer castanhas em casa de familiares locais de domingueiras, aos quais agradecemos a hospitalidade.