Serra da Freita, 15 Maio de 2005

Depois do encontro no sítio do costume, partimos com destino a Arouca e desta vez chegamos sem haver percalços. O guia está de parabéns! : )
Estacionámos na aldeia do Merujal e começamos a percorrer o Trilho pelo planalto da Serra da Freita lentamente, uma vez que não sabíamos ao certo o grau de dificuldade do resto do percurso.
Pelo caminho deparámo-nos com paisagens maravilhosas, com florinhas coloridas, horizontes a perder de vista “pintados” a verde, amarelo e rosa e com pequenas áreas florestais aqui e ali, que lembravam a nossa já conhecida “floresta encantada”.
Ao longo do percurso fomos encontrando vestígios de monumentos pré-históricos, chamados Mamoas, que suscitaram nos presentes os mais diversos comentários! O fenómeno das pedras parideiras proporcionou também muita curiosidade e é claro que a maioria não aguentou e resolveu levar consigo uma pequena “recordação”. Mas se nos primeiros kms da caminhada o percurso foi considerado relativamente fácil, o mesmo não aconteceu depois de passarmos a aldeia de Castanheiro, que exigiu de nós um maior esforço e obrigou-nos a um abrandamento e até a algumas paragens durante a “descida por ali a cima”, (desculpem, acho que devo salientar que houve quem conseguisse subir a serra sem fazer nenhuma paragem. Bravo!).
Mas valeu a pena o esforço pela “surpresa” que encontramos do outro lado da serra: searas “risonhas” onde apetecia planar e repousar. Parafraseando um elemento do grupo, só posso dizer o seguinte: “que bonito”!
Em seguida, e já recompostos da subida e da beleza do local, fomos surpreendidos pela queda de água do rio Caima em Albergaria da Cabras, denominada Frecha da Misarela, que segundo o nosso guia é considerada a maior da Península Ibérica e uma das maiores na Europa!
Fizemos uma pequena pausa no miradouro para apreciar a beleza da paisagem e também para tirarmos umas fotografias de grupo, o que fica sempre bem! A cadelinha que nos acompanhou desde o início do percurso não se fez rogada e também ficou nas fotos – de salientar que ela só se mostrou mais esquisita ao “almoço”( pão com marmelada nem vê-lo!).
Depois deste momento delicioso, continuamos o que restava do percurso, cada vez com mais energia. No final do trajecto, todos afirmaram que gostaram muito deste trilho, tendo o grupo feito o percurso (17 kms) de forma descontraída e sempre com boa disposição.
Próximo encontro: cerejas em Resende !!!!